Página inicial
Quem somos
Quem é nossa cobertura
Galeria de fotos
Galeria de vídeos (novo)
Sites que indicamos
Downloads
Livro de visitas
Fale conosco
Dicionário Bíblico
Artigos/ Estudos
A Rota do Sucesso
Agenda
Aliança e Cobertura Esp.
Casamento
Colaboração/Propósito
Coluna dos adoradores
Como adquirir o CD
Contatos e Convites
Dinâmica / Quebra Gelo
Discografia/Composição
Espaço Mulher
Estudos do Ap.Osmarino
Festas Bíblicas
Homens de Verdade
Igrejas Sob cobertura
Liderança
Missões
Músicas Cifradas
Notícias
Peças Teatral
Redes Sociais
Reflexões/ Meditações
Release / Ap. Osmarino
Seitas e heresias
Seminários
Símbolos Judaicos
Teologia/Hist. Igreja
Visão Celular/Estudos
Bíblia Online
Escolha o Livro
Capítulo Versículo
Palavra(s):
Estatísticas
1854 estudos publicados
1 abençoado(s) conectados
13 colunistas - 232 fotos
230179 acessos


Malaquias conclama à sinceridade e à santidade

Tipo: A Rota do Sucesso / Autor: Ap. Osmarino Araújo

Malaquias conclama à sinceridade e à santidade

Texto: Malaquias 2: 1-9


A tarefa dos pregadores não é outra senão a de transmitir a justa vontade de Deus aos homens. Através de Malaquias, Deus estava exigindo de Israel sinceridade e santidade, por ser a nação que Ele separou entre todas para que as bênçãos prometidas fossem derramadas sobre o seu povo. Desta forma, tanto as colheitas como o bem-estar econômico da nação haveriam de ser prósperos. Neste estudo, abordaremos algumas das atualíssimas mensagens desse profeta.

I - O PROBLEMA DA INGRATIDÃO, 1: 1-5
O amor de Deus por Israel é o ponto de partida da mensagem profética de Malaquias. Deus deu muitas e infalíveis provas de seu amor por Israel. Todo o A.T. é prova disso, mas o povo parecia não perceber e questionava: “Em que nos amaste? 1: 2.

a) A ingratidão e a insensibilidade reinantes em Israel eram causadas pela falta de consciência da grande distância que estavam da vontade e do caminho do Senhor. Faltava também reverência. Sentiam-se povo do Senhor, mas o desprezavam. Estavam tão cegos que, quando seus horrores eram desmascarados, não viam neles mal algum, e ainda questionavam quando acusados de pecado: “Em quê?", 1: 6, 7. Ingratidão ou inconsciência, esse era o seu pecado! Infelizmente, é ainda o que ocorre hoje. Esquecemos facilmente os livramentos, as bênçãos e o cuidado diário. Muitos são tão incrédulos que nem percebem o grande milagre que é a salvação, a transformação de vidas, que está acontecendo a todo momento.

b) O período pós-exílico - Os dias de Malaquias não eram fáceis. O povo sofria aflições. Mas seria isso motivo para duvidar do amor divino? Ou, como fizeram, chegar ao ponto de acusar Deus de ser infiel às promessas da Aliança? Então, através do profeta, Deus vai dialogando com seu povo, mostrando um contraste que eles bem conheciam: o que havia acontecido com seu vizinho Edom que eram descendentes de Esaú, v. 3.

O fato de Israel ter sido resgatado do exílio, embora não merecesse, mostra a graça, a bondade de Deus em seu favor, o que não acontecera com Esaú, que fora destruído, 1: 3. Mas, Malaquias diz que Israel não compreendia isso.

II - PECADOS DENUNCIADOS, 1: 6-3: 15
Não foi nada fácil para o profeta Malaquias entregar a mensagem de Deus, começando por aqueles que eram responsáveis pelo altar, indo até ao povo, apontando severamente toda ordem de pecados que estavam corrompendo o povo que fora vocacionado para ser uma nação separada.

a) Negligência na vida espiritual, 1: 6-14 - “Ofereceis sobre meu altar pão imundo”; e, pior que isso, nem percebendo que estavam falhando, indagam: “Em que desprezamos nós o teu nome? 1: 6; Em que te havemos profanados? 1: 7. Será que nós não temos sido igualmente negligentes com o culto, a EBD e a obra missionária?

b) Ensino corrupto, 2: 1-9 - O verdadeiro dever dos sacerdotes era ensinar a Lei de Deus ao povo, 2: 5-7. Mas eles haviam corrompido o ministério. Esse perigo existe sempre que a Bíblia é deixada de lado em nossa vida.

c) Jugo desigual, 2: 10-12 - Israel havia profanado a santidade do Senhor e o pacto que Ele fizera com os seus pais, 2: 10. Não se pode fazer acordo com o mundo, Rm 12: 2.

d) Divórcio, 2: 13, 16 - O divórcio aborrece o Senhor. Muitos eram infiéis com a esposa (“com a qual foste desleal”, 14) e divorciavam por motivos egoístas, 2: 14. Para o estudo do divórcio hoje veja o que Jesus esclareceu em Mt 5: 32; 19: 9 e ainda Rm 7: 2-3.

e) Roubo - 3: 7-12 - A situação espiritual era tão ruim que tentavam enganar a Deus até nos dízimos. As condenação é dura e na mesma linha das demais. Ela mostra como Deus classifica os infiéis no dízimo: desviados. O verso 7 diz: “vos desviastes”, e chama-os a voltar, porém o povo faz de conta que não sabia de nada e pergunta: “Em que havemos de tornar? Então, no v. 8, Deus diz que o povo estava roubando-o nos dízimos e nas ofertas. Veja Dt 14: 22-29 e 26: 12-15.

f) A incredulidade, 3: 13-15, dos sacerdotes era tal, 2: 17, que suas palavras se tornaram insuportáveis a Deus. Chegaram ao ponto de dizer ser “inútil servir a Deus”, 3: 14. Pessoas agem assim quando pensam que são mais que Deus. O nome certo para esse pecado é presunção, insolência. Um coração assim precisa de arrependimento.

III - UM REMANESCENTE FIEL, 3: 16-18
Sempre, em todo tempo, em todo lugar, Deus pôde contar com um povo que louva seu nome e glorifica seus atos poderosos, permanecendo fiel aos princípios da Palavra, vivenciando seus ensinamentos.

a) Sinceridade no temor a Deus - O profeta deixa claro que há um memorial escrito diante de Deus, Ml 3: 16, onde estão registrados palavras e atos daqueles que são tementes e se lembram do nome do Senhor.

b) Sinceridade na submissão - A falência espiritual de alguns é contrabalançada pela dedicação piedosa dos que se aproximam mais e mais dele. “Serão meus, diz o Senhor dos Exércitos”, 3: 17.

c) A sinceridade na fé - A diferença entre o “justo e o ímpio; entre o que serve a Deus e o que não o serve”, 3: 18, será verificada naquele dia. Ninguém se iluda porque haverá um julgamento para todos. Nele os justos serão poupados, como um filho é poupado por seu pai amoroso, pois age seu “particular tesouro”, 3: 17. Há um abismo estabelecido entre os que pertencem a Deus e os que não são dEle, Lc 16: 26. Vale a pena ser fiel.


Fonte: Ministério Cristo é Vida



..Quem escreveu o artigo acima?
Clique para ler este artigo
Ap. Osmarino Araújo
O Apóstolo Osmarino Correia de Araújo é Presidente fundador da Igreja Apostólica Atos II com sede em Jacarepaguá, Rio de Janeiro e Núcleos em outras regiões do Brasil. Também é escritor. conferencista, compositor e ministro de louvor profético, com o CD "Sopra Sobre Nós...", gravado Ao Vivo e O CD "SUBSTITUIÇÃO".

Contatos e Convites:

Telefones:
(21) 3086-6389- Claro fixo
(21) 99981-9410 - Vivo
(21) 98260-6281 - Tim
(21) 98451-8357 - Oi
(21) 97518-1405 - Claro
(21) 2449-9168 (Cx Postal Virtual - Deixar recados)
WhatsApp +51 21 98260-6281

E-mails:
pastorosmarino12@hotmail.com
ap.osmarino12@gmail.com
osmarinoaraujo12@yahoo.com.br

facebook
pastorosmarino12@hotmail.com

Twitter: @Ap_Osmarino/pastorosmarino12@hotmail.com
   

Outros artigos do autor:

6 Poderosas Dicas Que Irão Ressuscitar sua Criatividade
Ordenação apostólica dos Apóstolos Osmarino e Alcilene Araújo
Cobertura (paternidade) Espiritual do Apóstolo Osmarino Araújo
Fraude Espiritual
Significado e Uso do Talit