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Fatores Fundamentais para Consolidar as Bases da Igreja

Tipo: Estudos do Ap.Osmarino / Autor: Ap. Osmarino Araújo

FATORES FUNDAMENTAIS PARA CONSOLIDAR AS BASES DA IGREJA



TEXTO: “E falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cusita (cuxita), com quem casara; porquanto tinha casado com uma mulher cusita (cuxita). E disseram: Porventura falou o Senhor somente por Moisés? Não falou também por nós? E o Senhor o ouviu. E era o homem Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra. E logo o Senhor disse a Moisés, a Arão e a Miriã: Vós três saí à tenda da congregação. E saíram eles três. Então o Senhor desceu na coluna de nuvem, e se pôs à porta da tenda; depois chamou a Arão e a Miriã e ambos saíram. E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o Senhor, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele. Não é assim com o meu servo Moisés que é fiel em toda a minha casa. Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas; pois ele vê a semelhança do Senhor; por que, pois, não tivestes temor de falar contra o meu servo, contra Moisés? Assim a ira do Senhor contra eles se acendeu; e retirou-se. E a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã ficou leprosa como a neve; e olhou Arão para Miriã, e eis que estava leprosa. Por isso Arão disse a Moisés: Ai, senhor meu, não ponhas sobre nós este pecado, pois agimos loucamente, e temos pecado. Ora, não seja ela como um morto, que saindo do ventre de sua mãe, a metade da sua carne já esteja consumida. Clamou, pois, Moisés ao Senhor, dizendo: Ó Deus, rogo-te que a cures. E disse o Senhor a Moisés: Se seu pai cuspira em seu rosto, não seria envergonhada sete dias? Esteja fechada sete dias fora do arraial, e depois a recolham. Assim Miriã esteve fechada fora do arraial sete dias, e o povo não partiu, até que recolheram a Miriã.” (Números 12:1-15)

INTRODUÇÃO: Três fatores são essenciais para se inaugurar uma história e uma descendência que se torne forte, realizadora, conquistadora e permanente na terra da promessa. Esses fatores são definidos como: o manto da unção profética, o manto da unção sacerdotal e o manto da unção libertadora. Eles foram criados pelo Eterno com a função de harmonizar, equilibrar e dar consistência na história e nas gerações futuras.

Neste contexto da palavra, vemos um conflito de princípios e valores entre os três fatores. Vemos o manto do profético representado por Miriã, e, do sacerdotal representado por Arão conflitarem, questionarem e tentarem decidir a vida e as escolhas do libertador representado por Moisés. Tudo começou quando o libertador decidiu se casar com uma mulher negra, da região da Etiópia, descendente de Cuxe (negro ou escuridão). Porque dentro da cultura, dos princípios e costumes dos hebreus, nenhum homem poderia casar-se ou constituir aliança com uma mulher estrangeira. Então o conflito foi instalado e uma doença maligna foi introduzida no êxodo dos filhos de Deus.

A FUNÇÃO DOS TRÊS FATORES

1. A PROFETISA MIRIÃ NO CONTEXTO DO ÊXODO. Representava a função do manto do profético. O profético está no futuro. É um manto que aponta para o futuro. Ele antecede os fatos. Ele vê, percebe, porque é uma unção que desperta e desenvolve a sensibilidade espiritual dos filhos de Deus. A bíblia diz que o profeta deveria ter sensibilidade diante do pecado. Ele não somente ouvia a voz de Deus como sentia Seu coração. Ele deveria ter um estreito relacionamento com Deus. “Certamente o Senhor DEUS não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas”. Am 3: 7. O profético trás a revelação que está no coração de Deus ao Seu povo na terra.

Os profetas eram responsáveis pelas advertências ao povo, em questões como: Não colocar sua confiança em outras coisas há não ser em Deus; nunca confiar na sabedoria humana; não colocar sua confiança nas riquezas; não aceitar o poder opressor; não invocar ou adorar outros deuses. “Como, pois, dizeis: Nós somos sábios, e a lei do SENHOR está conosco? Eis que em vão tem trabalhado a falsa pena dos escribas. Os sábios são envergonhados, espantados e presos; eis que rejeitaram a palavra do SENHOR; que sabedoria, pois, têm eles?” Jr 8: 8, 9.

“Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR”. 9: 23, 24.



Os profetas não aceitavam uma sociedade injusta, eles denunciavam a injustiça. Eles zelavam pela preservação dos princípios do pacto do Sinai e por eles até davam a vida. “OUVI esta palavra vós, vacas de Basã, que estais no monte de Samaria, que oprimis aos pobres, que esmagais os necessitados, que dizeis a vossos senhores: Dai cá, e bebamos. Jurou o Senhor DEUS, pela sua santidade, que dias estão para vir sobre vós, em que vos levarão com ganchos e a vossos descendentes com anzóis de pesca”. Am 4: 1, 2.

O profeta é uma voz de denuncias, de arrependimento e da manifestação de Deus em todas as áreas da vida e história de uma pessoa. Por isso não poderia conflitar com o libertador. Antes, deveria caminhar harmonizado com o manto sacerdotal e com o libertador.

2. O SACERDOTE ARÃO NO CONTEXTO DO ÊXODO. Arão era o sacerdote na vida dos filhos de Israel, após o êxodo do Egito. Ele tinha a função de abençoar, ensinar, instruir e orientar os filhos da nação sobre os mandamentos do Eterno. Ele representa este manto sacerdotal na vida de uma nação, de uma família, de um povo, de um seguimento.

As obrigações dos sacerdotes, em geral, eram em três categorias: Em primeiro lugar, eles deveriam ministrar no santuário diante do Senhor, em segundo, ensinar o povo a guardar a lei e os mandamentos de Deus, e, em terceiro tomar conhecimento da vontade de Deus para o Seu povo, consultando o Urim (luzes) e o Tumim (perfeições). “Assim Arão levará os nomes dos filhos de Israel no peitoral do juízo sobre o seu coração, quando entrar no santuário, para memória diante do SENHOR continuamente.Também porás no peitoral do juízo Urim e Tumim, para que estejam sobre o coração de Arão, quando entrar diante do SENHOR: assim Arão levará o juízo dos filhos de Israel sobre o seu coração diante do SENHOR continuamente”. Ex 28: 29,30.

Não se sabe ao certo o que o Urim e o Tumim realmente eram, mas provavelmente eram duas pedras preciosas, idênticas em tamanho e formato. Eles eram usados para consultar a Deus; ter uma resposta sobre dúvidas; sobre uma decisão a tomar. O nome Urim quer dizer "luzes", enquanto Tumim quer dizer "perfeições". Um representava o “sim” o outro representava o “não” de Deus. Quando se necessitava de uma direção de Deus, o sacerdote provia-se do Urim e do Tumim para ter um sim ou um não em resposta da parte do Senhor.

O Urim e o Tumim para os filhos de Deus têm um significado profético. Eles representam as nossas convicções espirituais e os nossos valores ministeriais. A nossa vida, família e ministério devem andar sob a direção do Espírito santo de Deus. Isto também significa que o manto sacerdotal sabe aonde levar o povo, e, consultar o Urim e o Tumim é ter a direção do Espírito de Deus, para saber conduzir na luz e de forma correta, perfeita a nossa vida, ministério e família até a presença de Deus.

Também significa que precisamos saber discernir o ambiente espiritual da Igreja, da célula, da família e daquilo que nos é fundamental. Nos ensina a tomarmos decisões corretas, justas, sábias e com convicções sobre algo espiritual. “E o governador lhes disse que não comessem das coisas consagradas, até que houvesse sacerdote com Urim e com Tumim”. Ed 2.63.

Os sacerdotes deveriam acender e conservar acesas as lâmpadas do santuário continuamente por todas as gerações. “Ordena aos filhos de Israel que te tragam azeite de oliveira, puro, batido, para a luminária, para manter as lâmpadas acesas continuamente. Arão as porá em ordem perante o SENHOR continuamente, desde a tarde até à manhã, fora do véu do testemunho, na tenda da congregação; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações. Sobre o candelabro de ouro puro porá em ordem as lâmpadas perante o SENHOR continuamente”. (Lv 24.2,3,4).

Outra tarefa do sacerdote é a de cuidar do altar e oferecer os sacrifícios pelo pecado do povo. “ENTÃO disse o SENHOR a Arão: Tu, e teus filhos, e a casa de teu pai contigo, levareis sobre vós a iniqüidade do santuário; e tu e teus filhos contigo levareis sobre vós a iniqüidade do vosso sacerdócio.7 Mas tu e teus filhos contigo cumprireis o vosso sacerdócio no tocante a tudo o que é do altar, e a tudo o que está dentro do véu, nisso servireis; eu vos tenho dado o vosso sacerdócio em dádiva ministerial e o estranho que se chegar morrerá”. (Nm. 18:1,7). O manto sacerdotal pode encerrar um ciclo de pecados e maldições sobre um povo, uma família, descendência e uma geração.

“PORQUE todo o sumo sacerdote, tomado dentre os homens, é constituído a favor dos homens nas coisas concernentes a Deus, para que ofereça dons e sacrifícios pelos pecados; E possa compadecer-se ternamente dos ignorantes e errados; pois também ele mesmo está rodeado de fraqueza”. (Hb 5.1,2).

O sacerdote é o que mantêm o fogo do altar sempre aceso. “O fogo que está sobre o altar arderá nele, não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas. O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará”. (Lv. 6.12,13).



Outra função do sacerdote é abençoar o povo em o nome do Eterno. “E falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Fala a Arão, e a seus filhos dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo-lhes: O SENHOR te abençoe e te guarde; O SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; O SENHOR sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz. Assim porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei”. (Nm 6.22-27). Abençoar o povo significa ministrar sobre eles, orar com eles e por eles. Há uma palavra profética de bênçãos e de destino na boca do sacerdote. Então exerça a sua função sacerdotal e vista-se com o manto sacerdotal.

3. O LIBERTADOR MOISÉS. O manto libertador é um manto guerreiro, valente e destemido. Aquele que confronta o Egito e encara a Faraó e as suas ameaças.

1. O libertador passa pelo crivo da prova da sobrevivência. Ele sobrevive a todos os projetos de ataques contra ele. Êxodo 2:2 “E a mulher concebeu e deu à luz um filho; e, vendo que ele era formoso, escondeu-o três meses. 3 Não podendo, porém, mais escondê-lo, tomou uma arca de juncos, e a revestiu com barro e betume; e, pondo nela o menino, a pôs nos juncos à margem do rio. 4 E sua irmã postou-se de longe, para saber o que lhe havia de acontecer”.

Deus sempre tomará a causa dos libertadores para Si. Moisés, o libertador, não reclamou diante de Deus pela atitude dos irmãos. Porém, Deus tomou a causa dele. A profetisa Miriã, após se levantar contra ele, ficou leprosa e foi morar com os leprosos até se arrepender e ser curada, porque Deus mudou a direção das palavras dela, contra ela mesma. Também vemos que Faraó, através de sua filha, teve que criar, sustentar, educar e prosperar a Moisés. Tudo porque Deus havia revertido o que era maldição em benção.

2. Os libertadores têm inimigos, mas Deus os livra de todos e dá vitórias diante deles. "Livrou-me do meu poderoso inimigo, e daqueles que me tinham ódio, porque eram mais fortes do que eu." (II Samuel 22 : 18).

3. Os libertadores devem saber que enfrentarão opositores, sempre se levantarem para fazer a obra a que foi chamado. "SUCEDEU que, ouvindo Sambalate, Tobias, Gesem, o árabe, e o resto dos nossos inimigos, que eu tinha edificado o muro, e que nele já não havia brecha alguma, ainda que até este tempo não tinha posto as portas nos portais, 2 Sambalate e Gesem mandaram dizer-me: Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal.

3 E enviei-lhes mensageiros a dizer: Faço uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse, e fosse ter convosco? "(Neemias 6 : 1-3).



Jesus enfrentou os opositores políticos e de governos em seu ministério. "31 Naquele mesmo dia chegaram uns fariseus, dizendo-lhe: Sai, e retira-te daqui, porque Herodes quer matar-te. 32 E respondeu-lhes: Ide, e dizei àquela raposa: Eis que eu expulso demônios, e efetuo curas, hoje e amanhã, e no terceiro dia sou consumado." (Lucas 13 : 31, 32).



Jesus enfrentou os opositores religiosos em seu ministério. "E os fariseus, tendo saído, formaram conselho contra ele, para o matarem." (Mateus 12: 14)



Os libertadores muitas vezes não são compreendidos, nem honrados e nem recebem gratidão por parte dos que foram, por ele, favorecidos. Foi assim com Moisés. "Tendo pois ali o povo sede de água, o povo murmurou contra Moisés, e disse: Por que nos fizeste subir do Egito, para nos matares de sede, a nós e aos nossos filhos, e ao nosso gado?" (Êxodo 17 : 3). O libertador, às vezes, tem que enfrentar a murmuração e a oposição dos insatisfeitos e ingratos.

Foi assim com Jesus. Lucas 17:12 “E, entrando numa certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos, os quais pararam de longe; 13 E levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós. 14 E ele, vendo-os, disse-lhes: Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes. E aconteceu que, indo eles, ficaram limpos. 15 E um deles, vendo que estava são, voltou glorificando a Deus em alta voz; 16 E caiu aos seus pés, com o rosto em terra, dando-lhe graças; e este era samaritano. 17 E, respondendo Jesus, disse: Não foram dez os limpos? E onde estão os nove? 18 Não houve quem voltasse para dar glória a Deus senão este estrangeiro? 19 E disse-lhe: Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou”. Jesus curou e libertou do poder e domínio da lepra, dez homens. Eles estavam condenados a terminarem seus dias, destruídos pela lepra. Jesus devolveu-lhes a saúde, a vida e um futuro garantido, porém, somente um deles reconheceu o bem que Jesus lhe proporcionou, e, os demais sumiram.

Nem sempre os libertadores recebem dos que foram beneficiados, reconhecimento, honra, gratidão e recompensa pelos seus feitos. Mas Deus sempre honra e recompensa os libertadores.

Shalom!

Ap. Osmarino Araújo


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Ap. Osmarino Araújo
O Apóstolo Osmarino Correia de Araújo é Presidente fundador da Igreja Apostólica Atos II com sede em Jacarepaguá, Rio de Janeiro e Núcleos em outras regiões do Brasil. Também é escritor. conferencista, compositor e ministro de louvor profético, com o CD "Sopra Sobre Nós...", gravado Ao Vivo e O CD "SUBSTITUIÇÃO".

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